terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A INQUISIÇÃO PROTESTANTE




Autor: Fernando Nascimento

Introdução

O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.

Antes, abramos um parêntese, para de fato mostrarmos conforme os historiadores, que muita calúnia se lançou contra a Igreja Católica, no que concerne a falsa acusação de matança de “centenas”, “milhares” e até “milhões” de pessoas. Pura lenda, que na verdade não passava de mentira estratégica protestante, fomentada por anticatólicos como: Russel Hope Robbins, o apostata Doelling, Jules Baissac, Jean Français e Reinach.

O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, do Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente: “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).

Publicou a Agência européia de notícias Zenit: [CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de junho de 2004 (ZENIT.org).- Atualmente, os pesquisadores têm os elementos necessários para fazer uma história da Inquisição sem cair em preconceitos negativos ou na apologética propagandista, afirma o coordenador do livro «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».

No volume, Agostino Borromeo, historiador, recolhe as palestras do congresso que reuniu ao final de outubro de 1998, no Vaticano, historiadores universalmente reconhecidos especializados nestes tribunais eclesiásticos.

«Hoje em dia --afirmou essa terça-feira, em uma coletiva de imprensa de apresentação do livro, o professor da Universidade «La Sapienza» de Roma-- os historiadores já não utilizam o tema da Inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja».

Diferentemente do que antes sucedia, acrescentou o presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos, «o debate se encaminhou para o ambiente histórico, com estatísticas sérias».

O especialista constatou que, à «lenda negra» criada contra a Inquisição em países protestantes, opôs uma apologética católica propagandista que, em nenhum dos casos, ajudava a conseguir uma visão objetiva.

Isto se deve, entre outras coisas --indicou--, ao «grande passo adiante» dado pela abertura dos arquivos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), ordenada por João Paulo II em 1998, onde se encontra uma base documental amplíssima.

Borromeu ilustrou alguns dos dados possibilitados pelas «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».

Revela o historiador sobre os processos e condenação referentes ao tribunal católico: “dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 «bruxas». Na Itália, acrescentou, foram 36 e em Portugal 4. Se somarmos estes dados --comentou o historiador-- não se chega nem sequer a cem casos...”
A Inquisição na Espanha, afirmou o historiador, em referência ao tribunal mais conhecido, celebrou entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados condenados à morte foram 1,8% e, destes, 1,7% foi condenado em «contumácia», ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos].(1) Até aqui a notícia de ZENIT.org.

Outro historiador, o protestante, Henry Charles Léa, cita 47 bulas, nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos católicos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos. Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal católico. (2)

Também o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (3)

João Paulo II enviou uma mensagem com motivo da apresentação das «Atas» do Simpósio Internacional sobre a Inquisição, na qual sublinha a necessidade de que a Igreja peça perdão pelos pecados cometidos por seus filhos através da história. Ao mesmo tempo, declarava, «antes de pedir perdão é necessário conhecer exatamente os fatos e reconhecer as carências ante as exigências cristãs».

Pelos filhos da Igreja Católica, que em desobediência cometeram alguns crimes, o Papa João Paulo II pediu perdão. Mas, quando o protestantismo parará de deturpar, omitir e caluniar, reconhecendo finalmente os extermínios que cometeu e atribui maldosamente aos católicos? Fecha parêntese.



VEJAMOS ENTÃO, A VERDADE DOCUMENTAL, E A CRUELDADE SEM PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES.


A quantidade de registros literários dos próprios protestantes é vasta, porém, estranhamente ocultada pelos livros escolares, pela imprensa e mídia em geral. Muitas vezes vemos o que é omitido pelo lado protestante sendo por esses veículos, atribuídos maldosamente à Igreja Católica.

- O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(...) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).

Uma vez no protestantismo, já ensinava Lutero aos protestantes: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

Logo a mentira, a omissão e o falso testemunho se tornaram a coluna da doutrina dos pseudos “reformadores” protestantes.

A crueldade foi especialmente severa na Alemanha protestante. As posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de pelo menos 30.000 camponeses. (4)

Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar, médico descobridor da circulação sanguínea. Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553. Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade. (5)

O luterano Benedict Carpzov, foi legista brilhante e figura esclarecida, até hoje ocupando lugar destacado na história do Direito Penal. Mas perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte. Protestante fanático, afirmava, quando velho, ter lido a Bíblia inteira 53 vezes. Assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas, apoiando-se principalmente na "Lei" do Antigo Testamento. Não compreendendo o verdadeiro significado da Bíblia, considerava o Pentateuco como lei promulgada pelo próprio Deus, Supremo Legislador. Carpzov, para condenar a morte, usava (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5), citava de preferência o Êxodo (22,18); "Não deixarás viver a feiticeira". (6)

Outro famoso perseguidor de bruxas na Alemanha, foi Nicholas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas. (7)

Já Froehligh, reitor da Universidade de Innsbruck e catedrático de Direito, que chegou a ser chanceler da Alta Áustria, insistia em que não só as supostas bruxas fossem condenadas, senão também seus filhos! E não se precisava muito para ser considerada bruxa, pois o seria qualquer pessoa que não tivesse um olhar franco.(8)

Naquele ambiente de superstição, crueldade e pânico perante as bruxas, foi possível o aparecimento de um Franz Buirmann, pervertido magistrado protestante e degenerado inimigo da bruxaria. Era um juiz itinerante. Referindo-se a ele dizia seu contemporâneo Hermann Loher: "Preferiria mil vezes ser julgado por animais selvagens, cair numa fossa cheia de leões, de lobos e ursos, do que cair em suas mãos".

Deste impiedoso juiz se afirma que somente em duas incursões que realizou por pequeninas aldeias ao redor de Bonn, que perfaziam um total de 300 pessoas contando-se crianças e velhos, queimou vivas nada menos que 150 pessoas! Consta que ao menos em duas oportunidades (da viúva Boffgen e do Alcaide de Rheinbach), o juiz se apoderou de todos os bens dos condenados à fogueira (o Alcaide de Rheinbach era seu inimigo político. . .).(9)

Em Bamberga, sob a administração de um bispo protestante, queimou-se 600 pessoas. Na Genebra protestante, foram queimadas 500 pessoas no ano 1515. (10)

Se os protestantes do passado nenhum valor davam a essas muitíssimas vidas ceifadas no fogo, muito menos valor dão os protestantes de hoje, que por ignorância, orgulho ou omissão, se escusam de um simples pedido de perdão, para não ter que admitir as iniqüidades que falaciosamente atribuem aos outros.

A técnica, é a mesma do gatuno que bate uma carteira e grita: “pega ladrão!!!” Baseados no grito do gatuno, as mal informadas e ou mal intencionadas editoras de livros didáticos, a imprensa e a mídia fazem o resto do trabalho sujo. Tudo contribui para a perdição do que não busca conhecer a verdade.

Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.

Bibliografia:


1. Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM.

2. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.

3. Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606.

4.. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.

5. http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm

6. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

7. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.

8. Johan Christopher Froehlich von Froehlichsberg, De sorcelleria, Innsbruck, 1696;
tradução: Animismes, Paris, Orent, 1964, pp. 62ss.

9. Cf.. Jacques Finné, Erotismo et sorcellerie, Verviers (Bélgica), Gerard, 1972; tradução de Charles Marie Antoine Bouéry, Erotismo e feitiçaria, São Paulo, Mundo Musical, 1973, p. 41.

10. W. Bommbeg, The mind of man: the history of man’s conquest of mental illness, 2ª ed., Nova Yorque, Harpel, 1959; tradução: La mente del hombre, Buenos Aires, 1940.




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A SEVERIDADE DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES
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Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos, dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.

Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).

W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas (3); em total nesta região, as atas apresentam l.200 condenações à morte (4).

Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas (5).

Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas (6).

Segundo o VERITY MURPHY em 16/6/2004, da BBC de Londres, o novo e mais completo relatório da inquisição, indica que, no auge da Inquisição, a Alemanha protestante matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar.

Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas, chegam a 5.417 (7). Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000 (8).

Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.
Segundo Ewen, (9), que cita documentos oficiais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.

Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava "descobridor geral de bruxas". Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).
Mas... ele mesmo diante de outros protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto (10).

Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado (11).
Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou “lei contra os bruxos”, de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.

Os protestantes do Reino Unido foram lentos. Na Inglaterra do século XVII, na área da interpretação dos fenômenos misteriosos ainda grassava a superstição demonológica, e houve várias condenações. O último juízo por bruxaria foi já entrado o século XVIII, em 1717, (12). E ainda demorariam mais vinte anos para abolir o estatuto inglês contra as bruxas, em 1736 (13).

A última morte por condenação como bruxa, na Escócia, foi em 1738. Na Irlanda, a lei contra bruxaria não foi abolida até 1821!
Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês ainda linchou um velho por considerá-lo bruxo.

As perseguições protestantes atravessaram o Atlântico, e chegaram aos EUA. O primeiro corpo de estatutos — The Body of Liberties — que houve em Massachusetts, é de 1641 (14). Nele se diz: "Se algum homem ou mulher é bruxo que manifesta ou consulta um espírito familiar(?), será enviado à morte" (15).

A revisão de 1649 reiterava a mesma lei com pena capital (16). De sua vigência é um exemplo famoso, “o processo das bruxas de Salem,” em 1692. Como resquício, ainda hoje em alguns estados americanos, a pena de morte é vista com naturalidade, aos condenados gravemente pela justiça. Mudaram apenas os réus e a forma de exterminar.

O pânico da população perante as bruxas e a ira contra elas, refletem-se no caso de Ann Hibbins. Parece que foi acusada por motivos meramente socioeconômicos. Era irmã de um rico comerciante e antigo assistente da colônia, Richard Beilingham, que fora governador da Baía de Massachusetts. O júri a condenou. Os juizes não aceitaram o veredicto. O caso foi levado à Corte Geral. Foi fácil incitar a opinião pública. Tanto pressionaram a Corte que Ann Hibbins foi condenada à morte (17).


ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES


No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas (18).

Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.

No dia 18 de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça (19).

Agora os protestantes têem aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel “inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.

Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!” Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma "superou em atrocidade todas as tragédias da História", até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.

Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé”:

“... Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda...Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar...Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther's Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

Esta "fé", de Lutero, apesar de dirigida pela vontade, é um simples ato do intelecto. Apesar de necessária à salvação, não é suficiente. Tiago diz que até mesmo os demônios têm esta fé (Tg 2,19). É por este motivo que ele diz: "Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?" (Tg 2,24). Infelizmente, Lutero designou esta carta do Apóstolo de [i/"Carta de Palha". Ele não entendeu o que Tiago esta querendo dizer (sobre a fé de Abraão): "Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas" (Tg 2,22). Sob o erro do pai do protestantismo, as seitas evangélicas ainda hoje, pregam que seus seguidores já estão “salvos”, só porque simplesmente “crêem” em Jesus. Se assim fosse, iriam encontrar Lúcifer no céu.

Bibliografia:

1. Gerald B. Gardner, Ursprung und Wirklichkeít der Hexen, Weilheim, 1965, pp. 30s.

2. F. Morrow, no prólogo e Montagne Summers, The history of wttchcraft and
demonology, 2a ed., Nova Iorque, 1956.

3. Citado por Merzbacher, Die Hexenprozesse in Franken, Munique, 1975, p. 43.

4. Kurt Baschwitz, Hexen und Hexenprozesse. Die Geschichte eines Massenwalms und Bekampfung, Munique, 1963; uso a tradução de Ana Grossman, Brujas y proceso de brujeria, Barcelona, Luiz de Caralt, 1968, p. 261.

5. Cf. Wilhelm Gottieb Soldan, Geschichte der Hexenprozesse aus der Quellen dargestellt, Stutgard, 1843; 2º edição revisasda: Soldan-Ludwig Julius Heppe, Geschichte der Hexenprozesse, 2 vols. Stuttgard, 1880; 3º edição revisada: Soldan –Heppe-Max Bauer, com o mesmo título, Munique, 1012, tomo I, p. 530.

6. Idem, Soldan –Heppe-Max Bauer, ibidem, p. 251.

7. Na tese doutoral de G. Bader, Die Hexenprozesse in der Schweiz, Zurique, 1945, p. 219.

8. Fritz Byloff, "Hexenglaube und Hexenverfolgung in der õsterreichischen Alpenlander" in Quellen zur deutschen Volkskunde, 1934, caderno 6, p. 159.

9. C. L. Ewen, Witccraft and demonianism, Londres, Muller, 1970; Witch hunting witch trial, Londres, 1062; Nova Iorque, Harper, 1971.t.

10. Ramiro A. Calle, La magia negra y el ocultismo (técnicas para el conocimento de si mismo y de los demás), Barcelona, Cedel, 1968, p. 271s.
11. Cf. Ronald Seth, Children against witches, Londres, Robert Hale, 1969, p. 14; Davies, Four centuries…, op. cit.

12. Mair, La brujería..., op. cif, p. 216.

13. Fox, Science..., op. cit., p. 25; sobre a Bruxaria na Inglaterra, Peter Haining, A circie of witches - An anthology of victorian witchcraft stories, Londres, Robert Hale, 1971; idem, The anatomy o f witchcraft, Londres, Souvenir, 1972; tradução de René Cárdenas Barrios, La anatomia de Ia brujería, México, Diana, 1976.

14. The body of liberties é reproduzido por William Witmore (ed.), The Colonial Laws of Massachusetts. Reprinted from the edition of 1660, with suplements to 1672. Containing also the Body of Liberties of 1641, Boston, City Council, 1889.

15. Ibidem, Liberty, 94, Capital Lawa, p. 55.

16. Cf. Winfield S. Nevins, Witchcraft in Salem Village in 1692, Salem-Massachusetts, Salem-Press, 1916, pp. 29s.

17. Thomas Hutchinson, History of the Colony of Massachusetts Bay, Londres, Thomas and John Fleet, 1764, p. 187; William F. Poole, "Witchcraft in Boston" in Justin Windsor (ed.), Memorial history of Boston, Boston, Tickner, 1881, tomo 2, p. 130.

18. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

19. Mair, La brujería..., op. cif, p. 216.

32 comentários:

Zeli José disse...

Fernando,

Sou católico e há pouco tempo me dei conta acerca da inquisição protestante. É assustadora essa omissão história.

silvano disse...

Sou cristão e ponto. Será que após séculos de história da Igreja não aprendemos nada? O que tem de proveitoso em discutir quem matou mais do que quem? Se apenas uma alma tivesse sido sacrificada, tanto pelos protestantes como pelos católicos em nome do cristianismo, isso já seria terrível. Me assombra ver, em pleno século XXI, católicos e protestantes (protestantes e protestantes, católicos e católicos) que continuam se degladiando, se odiando em nome do cristianismo. A tônica do cristianismo é o amor e o restpeito pelo outro, se ainda discutimos qual forma de "cristianismo" é a mais "correta" ainda estamos longe de entender o cristianismo e muito próximos de abraçar idéias malucas que permitem que o outro seja morto, torturado,desumanizado em nome de Deus. Bom seria que homens e mulheres estivessem muito mais preocupados em saber e praticar o cristianismo hoje do que em uma discussão infrutifera sobre quem matou mais por conta da imbecialidade humana (não pelo amor a Cristo). O cristianismo é muito mais do que o catolicismo e o protestantismo juntos.

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Fredvox disse...

É claro que nesas horas os escorregadios protestantes (tais como serpentes) excusam-se de encarar os malefícios (passados ou presentes) de sua seita diabólica que nada têm de Cristã.

Que Deus possa ter piedade de tanta ignorância e blasfêmia!

Ad Maiorem Dei Gloriam

Frederico

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Pater Noster disse...

Interessantissimo esta sua postagem...queria apenas dizer ao amigo BLOG DO JUNIOR....que ele se equivocou...dizendo as acusações e os erros cometidos por IPÓCRITAS CATÓLICOS...pois os evangelicos ...testemunhas de jeová e etc...tambem usaram da pedofilia.....erram inumeras veses...só que nós os católicos levamos estes erros para a querentena...pois somos humanos e erramos...sempre que erramos somos convidados a nos arrepender-mos...e é o que acaba acontecendo...o papa joão paulo segundo perdoou pessoalmente o homem que o tentou matá-lo...e mais e ele pediu perdão...para o o mesmo...sendo que mal nenhum ele fez..ele apenas pediu perdão por não ter feito nada ao homem.,...pois é...nunca vi nada tão majestoso em um pastor ou pastora evangélica...eu amos todos vcs pois são meus irmão e eu irei me tornar padre....só que tipo eu passo mal em qualquer culto evangelico que vou....sei lá me sinto muito alegre e confortado...ate choro de alegria nas missas...mais toda vez que entro em um culto evangelico me sinto mal parece que cai um peso em cima de mim no meu pescoço...
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aceitem a verdade nós os católicos permanecemos firmes e fortes em nossa fé por mais de 2000 anos...e vc vem me dizem uma bobagem dessas.
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ao publicador desta postagem...eu te parabenizo pelo post e digo que vou peblica0lo tambem em meu blog...se vc quizer eu tiro...mais vou publica-lo em meu blog..agradecido e fique com DEUS...
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acesse me blog
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www.bomjesuscristo.blogspot.com

Ricardo disse...

O PROTESTANTISMO foi e ainda é uma praga e hoje só serve para alienar e tomar o dinheiro das pessoas que passam por atribulações.

wildo disse...

sou cristao evangelico catolico.veja bem ,se a verdade vem de deus e a mentira vem do diabo esse assunto sobre a inquizicao e outros contados nas historia devem ser anunciado ao mundo toda averdade porque a verdade tem que destruir a mentira porque a mentira e dominio diabolico nao devemos deixar que o mundo os povos fiquem sobre o dominio do diabo ,denunciar a mentira e anuncir a verdade e profetico e vem de deus . veja bem se a inquizicao protestante ocorreu dessa maneira o protestianismo que hoje se dizem evangelicos ,crentes,sao diabolicos( Jesus disse afastai voz de mim que nao te conheco)

Blog do Junior disse...
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taratata disse...

Acho que pesquisas tendenciosas, realizadas por historiadores Católicos em simpósios no Vaticano não servem como fio condutor das discussões acerca da inquisição. Um fato é certo, é mais fácil acusar falsamente, do que assumir a culpa em situações constrangedoras e pedir perdão pelos erros cometidos.

willy disse...

Catolicos, protestantes etc... vivam suas vidas passando AMOR para seu próximo, façam somente o BEM, sempre. Todos voces são desinformados e hipócritas, querem ser o dono da razão. Façam acontecer coisas boas e deixem o seu DEUS descansar um pouco. Ignorância e hipocrisia são o seu inferno perpétuo. Tenho muita dó de todos voces.

Tamara disse...

Eu não poderia deixar de postar um comentário, RIDICULO!!! Essa coisa de católicos e protestantes tentando provar o tempo tdo quem é certo e quem é errado...Gente o que é isso...Enquanto vcs acreditam nessa baboseira e são hipinotizados por essas religiões, seus lideres estão ficando cada vez mais ricos, pegando o seu dizimo para comprar carros novos, para sustentar pessoas que tem preguiça de trabalhar!!!Pq vcs não fazem caridade voluntária ao invés de doarem o seu suado dinheiro pra igreja!!!acho que Deus ficaria mais feliz,distribuam atos de amor ao proximo,a sua família, ajundem-se mais, amem mais,mulhers encherguem os seus maridos, e maridos oução suas mulheres, brinquem com seus filhos, deem risadas, muitas risadas, sejam felizes...e esqueção esse negócio de religião forçada em defesa do que não acrescenta nada de produtivo na vida de vocês!!!

sebah-blog disse...

ODEIO LER COISAS COM FUNDO PRETO

Tenha dó dos olhos alheios e aprenda a melhorar a aparencia do seu blog, só faltou por a letra em aqua ou verde fluorescente.

Blog do Junior disse...

Apenas um comentário, JOÃO 13, 35

Guilherme disse...

"E a ninguém na terra chameis vosso pai [ou Papa...], porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus." (Mateus 23:9)

Blog do Junior disse...

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

Blog do Junior disse...

Tiago 1, 25-27
Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.

Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.

A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.

Religião vs Realidade disse...

Isso só prova o quanto a religião faz mal para humanidade

Marcelo Novaes disse...

Há muito de proveitoso em se discutir todo o inventário de erros institucionais de ambas as Igrejas, Católica ou "Reformada", e distinguir a mensagem de Cristo de ambas. A questão não é medir ranking de arbitrariedades ou aberrações perpetradas sob alegação espúria de serem feitas em nome de Cristo [sic], mas distinguir toda essa estrutura, político-burocrática, do Evangelho.


Não tenho pudor, recato ou receio de dizer que Cristo não se reconhece em nenhuma dessas instituições. Pode se reconhecer no coração de um André Bessette, de uma Madre Teresa, de um Gandhi [sim!], de um Martin Luther King.

E aqui falamos de pessoas, e não de estruturas. Falamos de indivíduos, e não de "estratificação político-burocrática da Verdade" [ou da Graça, o que seria ainda mais aberrante].



Quando o indivíduo é rande, a Igreja chia. Quaisquer que sejam as denominações: Thomas Merton, Pierre Teilhard de Chardin, Madre Teresa, a não-aprovação de aproximação de Martin Luther King com Thich Nhat Hahn, budista vietnamita que ele chamou de "santo homem" e indicou para o Nobel da Paz, e por aí vai. Giordano Bruno era cristão dos bons. Miguel Servet, idem. Pierre Teilhard de Chardin foi, providencialmente, "exilado" na China e veementeente reprovado e dissuadido de publicar um dos pensamentos mais inteligentes da teologia [pensar não é crime] do século XX: "O Fenômeno Humano". Pesquisem as implicações do pensamento teilhardiano em muitas áreas da ciência [arqueologia, biologia, filosofia], além da teologia, e a quantidade de enriquecimento terminológico que ele propiciou para se pensar "coisa novas", até então "indizíveis", em todas essas áreas. Bom, são de gênios assim que as instituições dogmáticas têm medo,independentemente de seu comportamento moral irrepreensível. Friso esta última frase. Não lhes importa tanto a correção ética, nestes casos citados, mas a estrita viseira dogmática, acima do comportamento cristão, que deveria ser o cerne do zelo da Igreja.



A isso [a este desvio], podemos dar vários nomes. cada qual escolha o seu. Nenhum deles meritório, eufemismos à parte.






Abraços a todos.

Marcelo Novaes disse...

Errata:


*Quando o indivíduo é grande, a Igreja chia.


Invariavelmente. Querem servos, não pensadores.

theoz disse...

http://verdadereoculta.blogspot.com.br/2012/11/os-dizimos.html

José Marques disse...

ESSA sempre foi a estrategia dessa seita infeliz diabólica, criminosa e prostituta, que se enriqueceu as custas de milhões de vidas. agora fica fazendo o jogo da RAPOSA assassina, que mata o galinheiro inteiro, enterra suas vitimas para depois consumi-los aos poucos, e depois fica passeando na floresta com cara de coitadinha que nunca fez nada. e se questionada poe a culpa até na lagartixa, faz qualquer coisa pra fujir do flagrante. esse é o verdadeiro papel dessa seita sectária que causou tanta desgraça na vida de milhares de seres humanos em toda Europa. SANGUINÁRIOS, CARNÍVOROS, SANGUESSUGAS, BRUXOS, ADÚLTEROS, LADRÕES, SALTEADORES, ASSASSINOS. esse são as minimas qualificações que podemos dar a essa seita de nome "igreja católica" mas em breve serão enquadrados em Apocalipse 19:2; as poucas reações dos protestantes foi por legitima defesa, foi por uma questão de vida ou morte. os clérigos católicos sabem muito bem disso, essa é a natureza humana, "pele por pele dará por sua vida" se os protestantes não tivessem reagido, talvez até hoje estariam sendo assados na FOGUEIRA. a justiça será feita, e certamente os PAPAS, que criaram a inquisição e os reis que deram apoio já estão em tormenta lá no HADES; Shalom...

José Marques disse...

Sr. Pater Noster, já que você acostuma ir nos cultos evangélicos, e se sente mal e até com um "peso no pescoço" te aconselho, continua indo, pois em breve esse peso que você sente será manifestado e será expulso de você, e então será cumprido em sua vida a palavre de JESUS em Mateus 11:28-30. jovem eu sou testemunha viva, sou dissidente desse ambiente que você convive, te garanto que essa alegria que você diz sentir quando está diante das imagens de esculturas certamente são falsas e passageiras, e logo depois você é mergulhado em um vazio Inexplicável, pois contradiz BRUSCAMENTE a palavra de Deus explicita de Gênesis a Apocalipse exemplo: Dt. 5:7,8; Êx.20:3,4; Êx.23:24; Is.21:9; Is.42:8; Is.9-19; Is.45:20; Salmos 115:4-8; I corintios 8:4; I Co.6:9,10; I João 5:21; Apocalipse 22:15; Ap.9:21; Pater, sinceramente acho, que, depois de verificar todas essas mensagens, que vão em choque bruscamente com sua religião, se você analisar e ainda continuar no erro, é porque não tem amor em sua PRÓPRIA ALMA; Jovem para com esse negocio de ser Padre, lá você não vai poder CASAR, e certamente será um candidato a ser preso por pedofilia, eu tenho certeza que você não é EUNUCO de natureza, será que não ver os maus exemplos nas igrejas católicas do mundo inteiro?? Até no vaticano há denuncias da existência de um esquema de Homossexualismo entre a CURIA e os CARDEAIS, isso não serve de exemplo? vai para uma Igreja Evangélica, entrega o teu coração ao Senhor Jesus Cristo, se você tiver chamada para o ministério, logo será separado pelo o Espirito Santo para o ministério eclesiástico, Efésios 4:11; se você seguir esse conselho, certamente será um dos Jovens mais feliz do MUNDO; Shalom..

José Marques disse...

Esse historiador (agostinho) certamente foi contratado pelo o VATICANO, para forjar uma mentira tão cabeluda. ninguem matou tantas pessoas inocentes no mundo como a igreja católica, nem mesmo hitler foi tão covarde, quanto os papas do vaticano. a verdade é que: as poucas reações dos protestantes foi por legitimas defesa, por uma questão de vida ou morte. as mortes causadas pela igreja católi foram MILHARES;

Ponto de Interrogação disse...

Subscrevo as palavras do silvano e da Tamara!

E gostava apenas de colocar uma questão: se tudo isto é assim (porque não há verdades absolutas) porque raio de carga de água é que o papa João Paulo II pediu desculpa pelas atrocidades cometidas pela inquisição? Se é mentira, como dizem, porque é que ele assumiu essa responsabilidade?

Katia Ribeiro dos Santos de Toledo disse...

O pecado contra o Espírito Santo não tem perdão. Contra fatos não há argumentos. Os fatos relatados por Francisco Nascimento estão de posse dos cientistas historiadores e podem ser comprovados. Sempre soube que essa história de milhões de pessoas "queimadas" pela inquisição só poderia ser mentira e propaganda protestante. O que ganharia a Igreja com tantas mortes de pessoas com poucas luzes ? Sim, porque "milhões" de pessoas não eram sábias na Idade média nem tinham poder de formar opiniões.Logo se vê a falta de lógica. É pela falta de lógica que se conhece a mentira. Quanto aos que continuam a negar a verdade e achar que os Papas "pedem perdão pela Igreja" saibam que estão pecando contra o Espírito Santo, porque os Papas perdem perdão "pelos membros da Igreja que pecaram" e não pela Igreja, que nunca foi autora desta "pseudo inquisição".

Paulo Alonso disse...

So no massacre de sao bartolomeu foi mais de cem mortes pela inquisicao, entaum pra que fizeram tantos instrumentos de torturas para condenar somente cem? Nao acredito nesta materia

Pater Noster disse...

A questão não é acreditar na matéria...MAS NOS FATOS...A VERDADE NÃO ENCONTRA IA NA MATERIA..MAS NOS FATOS...VÁ NAS FONTES CITADAS.. E ESTUDO VC MESMO....

OU PROCURE O LIVRO CHAMADO...

LA INQUIZICIONE..LÁ VC ENCONTRARÁ A VERDADE REDIGIDA POR INUMEROS HISTORIADORES DE VÁRIAS LINGUAS DEPOIS DE ACESSAREM OS ARQUIVOS DO VATICANO LIBERADO POR JOÃO PAULO II

Pater Noster disse...

Ao Senhor ponto de interrogação a resposta é simples: JOÃO PAULO II NÃO PEDIU PERDÃO PELA INQUISIÇÃO...ELE PEDIU PERDÃO PELOS ABUSOS COMETIDOS POR ALGUNS BISPOS E PAPAS...APENAS ISSO....

VEJA BEM.,.ABUSO DE UNS NÃO HONESTIDADE DO TRIBUNAL ECLESIASTICO

FreiThiago disse...

Aqui existem comentários dizendo que queremos achar quem está certo ou errado, não é questão de certo ou errado, mas de estudo mesmo. Isso pode interferir em estudos acadêmicos. Outros, dizem, não acredito nessa matéria. Claro, você não tem argumentos, acho que nem sequer estudou Filosofia Luterana, ou Teologia Calvinista. Pessoas querem ter argumentos, mas nunca fizeram uma cadeira em nenhuma faculdade que preste! Existem inúmeras enciclopédias, que podem explicar a Inquisição Protestante!

Evaldo Fará disse...

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna de pau, Fátima Bernardes tem corrimento.

Anderson Maria disse...

Se alguem ainda duvida das farsas protestantes, dêem uma estudada na forma que essas doutrinas entraram no Brasil, financiadas pela Maçonaria, como parte de um plano engenhoso para derrubar a monarquia.